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Carnaval e suas raízes.

Estamos no período de uma das maiores (se não a maior) festas populares do Brasil – O Carnaval! E é claro que nós não poderíamos deixar passar isso em branco! Este ano decidimos falar um pouco sobre as origens do carnaval.

Acontece que quando decidimos fazer essa pesquisa nos deparamos com diversas fontes com informações diferentes e complementares. O que descobrimos é que o carnaval como conhecemos hoje tem muitas raízes e já passou por muitas modificações, de acordo com o país em que ele acontece.

As origens mais remotas destas comemorações estão em festas pagãs da Antiguidade. Na Idade Média a Igreja incluiu este período no calendário cristão, nos dias que antecedem a quaresma – que consiste em 40 dias de jejum, em preparação para a Páscoa. Ao ser incluído no calendário cristão o Carnaval tomou então um significado de despedida dos pecados da carne, onde seria permitido extravasar e fazer tudo o que não era permitido durante a quaresma.

Aqui no Brasil as origens e variações destas festividades são diversas também, havendo ligação com a festa portuguesa chamada entrudo, em que eram feitas brincadeiras de jogar água, farinha, ovos, tintas e outras coisas uns nos outros. Após algum tempo, no século XIX houve um influência dos bailes de máscaras parisienses, havendo aqui uma figura importante: Chiquinha Gonzaga, que compôs músicas de carnaval e pertencia a esse grupo frequentador dos bailes.

Foi no século XX que apareceram as primeiras escolas de samba do Rio de Janeiro e, de acordo com a cultura de cada região do país, o carnaval foi tomando formas específicas, como os conhecidos carnavais de rua do nordeste, o frevo de Pernambuco, os trios elétricos, etc.

E você, como é o seu carnaval?

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Por que rimos?

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Que o riso está ligado a uma sensação de bem estar nós já sabemos, ele aumenta os níveis de dopamina, substância ligada ao prazer e o responsável pela alegria. Ela age no cérebro e nos faz sentir prazer, diminuindo os níveis de estresse. Bom né?!
Mas o que você não deve saber é que, em algumas pesquisas, o riso foi encontrado também em outros mamíferos, além do ser humano, ou seja, talvez esse comportamento não seja tão exclusivo assim ;P
Segundo essas pesquisas, o riso também foi registrado em macacos e ratos. Normalmente em situações em que estão brincando ou recebendo cócegas, assim como nós! A grande diferença é que no nosso caso, a risada tem também um aspecto social, ela normalmente acontece em momentos de interação, ou seja, as pessoas são mais propensa a rir quando estão acompanhadas do que sozinhas. A risada acontece não apenas das piadas, mas pela interação com a outra pessoa. Sendo assim, perceba como você provavelmente é mais propenso a rir quando está com pessoas de quem gosta, com quem tem uma relação um pouco mais próxima.
Nesse tipo de relação também acontece com maior frequência o que a neurocientista chama de contágio. Se alguém que você gosta está rindo, é mais provável que você também caia na risada do que se for algum desconhecido. Ah! Outra coisa interessante sobre o contágio do riso, ele tem maior probabilidade de acontecer se o riso da outra pessoa for involuntário do que se for um riso com papel predominantemente social. Sim, o riso pode ter um aspecto principalmente social, ou ele pode acontecer de forma involuntária (no vídeo ela dá uns exemplos bem interessantes disso).
Agora, uma das coisas mais importantes sobre o riso em uma relação é o que ela fala mais ao final da palestra, sobre um estudo realizado com casais voluntários, em um laboratório na Califórnia, sobre regulação emocional. Esta pesquisa obteve resultados que levantam a hipótese de que quando duas pessoas enfrentam uma situação estressante juntas e usam o riso como uma das formas de reduzir o estresse, em geral conseguem resolver a situação de uma forma melhor.
Para saber mais, assista aqui o TED Talks da neurocientista Sophie Scott, especialista no assunto e tenha um feliz Dia do Riso!!

 

Aniversário da sede do CAEP: Oficina de argila

Como vocês já sabem, este mês estamos fazendo aniversário da mudança para a nova sede do CAEP. Ontem completaram-se exatos 02 anos que fizemos a inauguração do nosso prédio atual. 200w_d

Quem passou por aqui percebeu que nosso prédio recebeu mais uma decoração especial durante este mês:

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Como parte das comemorações tivemos uma Oficina de Argila para aqueles que estiveram presentes na sala de espera entre 14h e 16h, com a Júlia Pinheiro,  aluna de Psicologia que também faz parte do CAEP.

O pessoal gostou, se divertiu e fizeram verdadeiras obras de arte!

 

Novembro Azul, nós apoiamos!

Em outubro o mês foi dedicado à conscientização da prevenção e cuidados em relação ao câncer de mama, marcado pela cor rosa. Agora que novembro chegou inicia-se a campanha do “Novembro Azul”, em que a conscientização é voltada especialmente aos homens, acerca da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Você sabia que:

  • No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens;
  • A grande maioria dos tumores de próstata cresce de forma lenta, o que favorece a intervenção quando detectado precocemente.
  • Esse câncer é o segundo tipo que causa mais mortes no Brasil;
  • O diagnóstico precoce permite o tratamento e a cura do câncer de próstata.
Fonte:http://www2.inca.gov.br

Em geral, os homens buscam serviços de saúde para prevenção com menor frequência que a população feminina, mas você não precisa fazer parte desta estatística. Procure um médico! Faça exames anuais e cuide da sua saúde!

Novembro Azul, o CAEP apóia essa luta!

I Fórum de Estudantes de Psicologia da UnB

Durante a Semana Universitária o CAEP esteve representado pela Coordenadora Silvia Lordello e pelo Psicólogo Bruno Costa, que coordenaram o I Fórum de Estudantes de Psicologia da UnB. Foram realizadas duas mesas redondas, sendo a primeira com o tema “A Relação Terapêutica no Contexto Clínico”, composta pelas alunas de psicologia Jade Lage, Ana Clara Alves, Nayane Menezes e Natalia Macário, e mediada pelo psicólogo Bruno Costa, da equipe técnica do CAEP; e a segunda mesa com o tema “Atuação Psicológica em Diferentes Contextos”, composta pelos alunos de psicologia Maria Elisa Duarte, Otto Leone, Ana Clara Alves e pela psicóloga Fernanda Doca, da equipe técnica do CAEP, e mediada pela professora e coordenadora do CAEP, Silvia Lordello.

Demais técnicos da nossa equipe também foram prestigiar este momento e registrou um pouquinho dele com algumas fotos. Parabenizamos a todos que fizeram parte desta primeira edição e agradecemos a todos que vieram e participaram, a equipe CAEP ficou muito satisfeita com os resultados. Confira:

 

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