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Funcionamento do CAEP no dia 25/05/18

Comunicamos que amanhã, dia 25/05/18, o CAEP estará fechado para o público, em virtude da instabilidade envolvendo transporte e locomoção de servidores, estagiários, clientes e alunos.

Agradecemos a compreensão.

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Vagas para Grupo de Narrativas

Divulgamos a abertura de vagas específicas para o Grupo de Narrativas com adolescentes.

Vinculado ao VIPAS, o grupo busca fazer um trabalho a partir de narrativas, textuais, fotográficas e artísticas num geral, com adolescentes de 15 a 17 anos.

 
Funcionamento:

Local: CAEP

Dia/Horário: todas as quartas, a partir das 14h.

Contato: 981313039 / 99422504

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Inscrições: Oficinas para Aposentados

OFICINAS EM GRUPO PARA APOSENTADOS

Está aposentado ou conhece alguém que está? Que tal refletir sobre esta nova fase em grupo?

A proposta deste grupo é promover bem-estar, saúde e qualidade de vida do público aposentado por meio de trocas de experiências, conhecimentos e expectativas sobre essa fase da vida. O grupo será supervisionado pela Profa. Dra. Sheila Giardini Murta e pela Dra. Cristineide Leandro-França.

A participação é gratuita e os encontros acontecerão no Centro de Atendimento e Estudos Psicológicos da Universidade de Brasilia (CAEP/UnB), fone 3107.1680, em Brasília-DF. Divulgue a quem possa se interessar. 

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Inscrições para o Grupo INTEGRA

Está acontecendo este semestre, aqui no CAEP, o INTEGRA: um grupo de estudos e intervenção em Psicologia, Cronicidades e Políticas Públicas em Saúde.

O que ele faz?
1) Atendimento psicoterapeutico na abordagem psicodramatica para pessoas vivendo com doenças crônicas e para familiares/cuidadores;
2) Oficinas de promoção da saúde para pessoas vivendo com cronicidades;
3) Oficinas de promoção da saúde para familiares e cuidadores não profissionais de pessoas que vivem com doenças crônicas.

Como se inscrever para as oficinas?

1) Oficina “Viver além da doença: conversando sobre cronicidades”

  • Público-alvo: adultos vivendo com cronicidades
  • Inscrições pelo telefone 3107-1680 ou pelo Whatsapp (61) 981250236

2) Oficina “Cuidando do cuidador: Vamos conversar?!”

  • Público-alvo: adultos cuidadores de pessoas vivendo com cronicidades
  • Inscrições pelo telefone 3107-1680 ou pelo Whatsapp (61) 981461275

Maiores informações nas imagens abaixo:

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Carnaval e suas raízes.

Estamos no período de uma das maiores (se não a maior) festas populares do Brasil – O Carnaval! E é claro que nós não poderíamos deixar passar isso em branco! Este ano decidimos falar um pouco sobre as origens do carnaval.

Acontece que quando decidimos fazer essa pesquisa nos deparamos com diversas fontes com informações diferentes e complementares. O que descobrimos é que o carnaval como conhecemos hoje tem muitas raízes e já passou por muitas modificações, de acordo com o país em que ele acontece.

As origens mais remotas destas comemorações estão em festas pagãs da Antiguidade. Na Idade Média a Igreja incluiu este período no calendário cristão, nos dias que antecedem a quaresma – que consiste em 40 dias de jejum, em preparação para a Páscoa. Ao ser incluído no calendário cristão o Carnaval tomou então um significado de despedida dos pecados da carne, onde seria permitido extravasar e fazer tudo o que não era permitido durante a quaresma.

Aqui no Brasil as origens e variações destas festividades são diversas também, havendo ligação com a festa portuguesa chamada entrudo, em que eram feitas brincadeiras de jogar água, farinha, ovos, tintas e outras coisas uns nos outros. Após algum tempo, no século XIX houve um influência dos bailes de máscaras parisienses, havendo aqui uma figura importante: Chiquinha Gonzaga, que compôs músicas de carnaval e pertencia a esse grupo frequentador dos bailes.

Foi no século XX que apareceram as primeiras escolas de samba do Rio de Janeiro e, de acordo com a cultura de cada região do país, o carnaval foi tomando formas específicas, como os conhecidos carnavais de rua do nordeste, o frevo de Pernambuco, os trios elétricos, etc.

E você, como é o seu carnaval?

Por que rimos?

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Que o riso está ligado a uma sensação de bem estar nós já sabemos, ele aumenta os níveis de dopamina, substância ligada ao prazer e o responsável pela alegria. Ela age no cérebro e nos faz sentir prazer, diminuindo os níveis de estresse. Bom né?!
Mas o que você não deve saber é que, em algumas pesquisas, o riso foi encontrado também em outros mamíferos, além do ser humano, ou seja, talvez esse comportamento não seja tão exclusivo assim ;P
Segundo essas pesquisas, o riso também foi registrado em macacos e ratos. Normalmente em situações em que estão brincando ou recebendo cócegas, assim como nós! A grande diferença é que no nosso caso, a risada tem também um aspecto social, ela normalmente acontece em momentos de interação, ou seja, as pessoas são mais propensa a rir quando estão acompanhadas do que sozinhas. A risada acontece não apenas das piadas, mas pela interação com a outra pessoa. Sendo assim, perceba como você provavelmente é mais propenso a rir quando está com pessoas de quem gosta, com quem tem uma relação um pouco mais próxima.
Nesse tipo de relação também acontece com maior frequência o que a neurocientista chama de contágio. Se alguém que você gosta está rindo, é mais provável que você também caia na risada do que se for algum desconhecido. Ah! Outra coisa interessante sobre o contágio do riso, ele tem maior probabilidade de acontecer se o riso da outra pessoa for involuntário do que se for um riso com papel predominantemente social. Sim, o riso pode ter um aspecto principalmente social, ou ele pode acontecer de forma involuntária (no vídeo ela dá uns exemplos bem interessantes disso).
Agora, uma das coisas mais importantes sobre o riso em uma relação é o que ela fala mais ao final da palestra, sobre um estudo realizado com casais voluntários, em um laboratório na Califórnia, sobre regulação emocional. Esta pesquisa obteve resultados que levantam a hipótese de que quando duas pessoas enfrentam uma situação estressante juntas e usam o riso como uma das formas de reduzir o estresse, em geral conseguem resolver a situação de uma forma melhor.
Para saber mais, assista aqui o TED Talks da neurocientista Sophie Scott, especialista no assunto e tenha um feliz Dia do Riso!!